quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Os olhos da sombra



Lembro bem da primeira vez que o vi. Eu tinha chegado em casa cansado, os ossos doíam, havia sido um dia duro de trabalho. Tomei banho, desci para o patamar inferior, - minha casa tem dois pisos - comi alguma coisa e fui ler algo, não lembro o quê, acho mesmo que era alguma coisa de Poe... Bem, sabia que o sono logo viria, estava morto. Recostei-me em minha cadeira de leitura, pus meus óculos e deslizei prazerosamente para as letras. Pronto. Casa escura, só a luz para a leitura jorrando amarelada em meu livro. Clima. Agora nada poderia me deter...Nada? Que nada! Um barulho estranho veio do outro cômodo, parecia um ronco ou algo parecido. Num primeiro momento, mesmo um pouco apreensivo, não dei bola, afinal, são muitos os barulhos contidos em uma casa escura; parece mesmo, que quando apagamos as luzes, seres de outros mundos vêm nos pregar peças, caçoar de nossos medos. Continuei lendo. O ronco repetiu-se, agora não havia dúvidas, tinha algo ameaçador no outro cômodo. Quando pensei nisso já era tarde demais... senti a presença ameaçadora em minhas costas... Num primeiro momento fiquei paralisado, a cabeça vazia, a mão fria do pavor tocou minha espinha e senti o sangue gelar. Não havia sombra de dúvidas, aliás, se havia alguma sombra, esta continha algo sinistro em seu ventre e que respirava; sim, respirava... senti o bafo quente que vinha por trás da cadeira. Lembro-me bem de que precisei de algum tempo para ajuntar algumas migalhas de coragem. Mesmo para fechar calmamente o livro foi preciso muita força, que eu buscava não sei de onde. Era um hálito enjoativo aquele, comecei a ficar nauseado. Reuni então o que podia para reforçar meus nervos e comecei a me levantar lentamente, obviamente, sem cometer a audácia de olhar para trás. Recordo que tive a impressão de ter demorado umas duas horas – incrível como perdemos a noção de tempo em momentos de pânico – até ficar totalmente em pé, ereto. Pronto, eu agora era um poste plantado em minha própria sala e o observador sombrio continuava lá, a respiração lenta e forte. O que faria agora? Atacaria-me pelas costas? Mas não. Nada aconteceu e iniciei então a operação mais difícil e apavorante da minha vida; iria virar-me com cuidado, e finalmente encarar o invasor. É verdade que pensei em correr em direção à porta, mas temi ser alcançado com facilidade pela aterrorizante iminência parda. Voltei-me lentamente e aos poucos os pelos do meu corpo começaram a eriçar, meus olhos vítreos começaram a divisar algo negro, baixo, disforme e logo estacaram em outros olhos... nunca esquecerei aqueles olhos... eram imensos, vermelhos, e a agudeza das pupilas enormes me trespassaram feito uma faca! Não sabia o que era aquilo e senti que minha mente perdera a condição de avaliar, pois era refém do pavor. O monstro moveu-se lentamente e num sorriso ameaçador deixou à mostra suas presas afiadas, como a me dizer que as possuía e não teria a menor cerimônia em usá-las. Era algo monstruoso que se movia nas sombras, lenta e pesadamente; seus olhos sinistros não desgrudavam da frieza cadavérica dos meus. Chegou mais perto então, como que a me farejar. Hoje não tenho vergonha de dizer que urinei nas calças e se aquele bicho tivesse algum senso de humor, teria dado gargalhadas regozijando-se pela sua vitória. Depois de me rodear com suas quatro patas com garras imensas, voltou para as sombras desaparecendo lentamente na escuridão. Eu ainda fiquei por muito tempo parado, extático, frio. Incrível, mas foi só quando amanheceu que consegui mover-me. O Sol agora iluminava a casa e então, movido pela segurança da claridade e uma espécie de ódio – ou sei lá o quê - pela criatura noturna, corri ao meu quarto, peguei meu revólver e vasculhei a casa. Mas era tudo bobagem, aquela era uma criatura das sombras, era impossível encontrá-la de dia, sob o abraço quente e protetor do Sol. Fui trabalhar, teria de pegá-lo à noite quando surgisse da infinita escuridão, seu lar, sem dúvida. Mas... bem, para resumir a história... foi tudo em vão, pois quando o monstro aparecia eu não conseguia pegar a arma, mesmo ao meu lado, petrificado que ficava com a sua presença. Mas o mais estranho em tudo isso é que fui me acostumando com a aparição do bicho, passei até a observá-lo; ele sempre lento, ameaçador, inoportuno, e quase, diria, íntimo. Algum tempo se passou e resolvi botar um ponto final naquilo, afinal, a casa é minha! Ora, se não mandar em minha casa, o que me sobra? E tem mais! Se a casa é minha, as sombras da casa também são só minhas! Resolvi que se ele era o rei das sombras, então eu deveria ser mais que isso... deveria mostrar ao monstro que aquela escuridão tinha dono, e este não era ele! Foi então que decidi, antes da noite esticar seu véu preto e misterioso, que deveria alojar-me naquele cômodo, que é o mais escuro da casa, e ali aguardar que tudo ficasse em sombras. Ele então surgiria, mas desta vez os papéis se inverteriam e o intruso saberia, finalmente, quem mandava. E assim foi. Deixei acesa a luz do abajur de leitura para atraí-lo e fiquei em meu canto no escuro. Quando a noite já ia alta ele surgiu, sempre calmo, seguro, arrogante. Ao não me ver na cadeira voltou-se de supetão, mas seu olhar, sempre tão amedrontador, deu com o meu. Meus olhos eram sanguíneos, bem abertos, donos de si... Desarmado pela surpresa, o monstrengo deu sinais de medo, isso mesmo, medo. Movi-me lentamente em sua direção, tinha em meus olhos o brilho sinistro do assassino, do matador... um grande e assustador exterminador vindo das sombras, das suas sombras, só suas, de mais ninguém! O intrujão, então, amedrontado pela presença inusitada, procurou abrigo junto à tímida luz do abajur, em seguida deitando-se no chão e ficando de barriga para cima. Agora se refestelava e grunhia feito um pequeno bichano a pedir carinho. Senti pena. Acabei desarmado em meus instintos e quando dei por mim coçava-lhe a barriga, sorrindo. Mais adiante me surpreendi jogando, amiúde, uma pequena bola amarela para o escuro e o bicho a correr para a escuridão e voltar com ela entre os dentes. Acariciava-lhe a cabeça e o dócil animalzinho deixava a bola cair livre pelo chão, solta de suas presas afiadas. É incrível como um bichinho desses pode nos fazer felizes! Hoje em dia continuo com minha rotina, casa/trabalho-trabalho/casa, porém, devo reconhecer que é uma delícia chegar ao conforto do lar, tomar um banho, descer para o andar no solo e ler um bom livro só com a velha e boa luz do abajur acesa. Ao redor, a silenciosa e mansa escuridão da casa sempre embala meu sossego, e aos meus pés meu animalzinho dorme enroscado e satisfeito. De tanto em tanto nos olhamos, pois temos uma cumplicidade muito íntima, e sorrimos. Sabemos que só assim, livre do medo, a casa segue tranqüila.

Ilha das bonecas


Eu assisti um documentário interessante sobre uma conhecida ilha das bonecas, os investigadores do Destination Truth, foram nessa ilha investigar, a história abaixo conta mais ou menos a verdadeira história, durante as investigações na ilha (feitas de noite) as bonecas assombradas pareciam mexer, e até fechar os olhos, e no santuário feito no lago para a garota que morreu afogada, pode-se escutar sons de alguém dentro da água, é bem interessante. Tem coragem? 
Nessa ilha morreu uma garota afogada em 1951 num canal da ilha. Os moradores da ilha acreditam que o espírito da garota continue por lá. O florista Julián Santana Barrera tem certeza. Julián afirma que a garota o perturbava e descobriu uma forma de afastar o espírito dele, prendeu bonecas nas árvores e na casa dele. Logo todos os moradores começaram a pendurar bonecas nas árvores com medo do espírito. Bonecas perdidas, velhas, esquecidas por visitantes. A Maioria com um olhar assustador, e penduradas como se estivessem mortas. Julián morreu aos 50 anos, adivinhem como... AFOGADO! Estranho, não?










A brincadeira do compasso

Três jovens com idade de quinze anos cada um, descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Se ruiniram na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim. As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas." Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou. Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe. Já completava duas horas que eles estavam atraíndo espíritos para dentro da casa de Alice.  Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos. O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de perdir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espíritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha pois haviam ido à uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina. A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão. Ludmila em transe segue para seu quarto com a intensão de matar seu marido, mas desta vez utiliza de uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de um pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O dêmonio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

The Rake

Durante o verão de 2003, eventos no nordeste dos EUA envolvendo uma estranha criatura humanóide apareceu na mídia local antes de um grande apagão. Pouca ou nenhuma informação foi deixada intacta, e a maioria das informações na internet sobre a criatura foi destruída misteriosamente.

Ela aconteceu primeiramente na parte rural do estado de nova York, auto proclamadas testemunhas contaram suas historias sobre seus encontros com a criatura de origem desconhecida. Alguns estavam TERRIVELMENTE AMEDRONTADOS enquanto outros tinham uma curiosidade q somente se encontra em crianças. Seus depoimentos não estão mais disponíveis, porem muitas pessoas envolvidas ainda procuram respostas sobre o rake e sobre aquele ano.

No inicio de 2006, ao final da investigação encontraram quase 2 dúzias de documentos entre os séculos 12 e hoje em dia, em 4 continentes. Em quase todos os casos as historia era praticamente idêntica. Eu estive em contato com um membro do grupo de investigação e fui capaz de obter algumas partes de seu livro que será lançado brevemente

Nota de suicídio: 1964
"Enquanto eu me preparo para tirar minha própria vida, eu sinto que e necessário para amenizar dor e culpa eu escrevo. Não e culpa de ninguém alem dele. Assim que acordei eu senti sua presença. E assim que acordei eu vi sua forma. Uma vez que acordei de novo eu escutei sua voz, e olhei em seus olhos. Eu nao posso dormir sem medo da próxima experiência que terei quando acordar. Eu nunca mais posso acordar. Adeus."

Foi encontrado em uma caixa de madeira onde haviam 2 envelopes vazios adereçados a William e Rose, e uma carta pessoal sem envelope:

"Querida Linnie,

Eu tenho rezado por você. Ele falou seu Nome."

Trecho de um jornal(traduzido do espanhol): 1880

Eu experimentei o maior TERROR. Eu experimentei o maior TERROR. Eu experimentei o maior TERROR. Eu vejo seus olhos quando eu fecho os meus.eles são vazios. Negros. Eles me viram. Sua mão molhada. Eu não vou dormir. Sua voz...(parte ilegível)

Diário do capitão: 1691

"Ele veio a mim durante meu sono. Do pé da minha cama eu tive uma sensação. Nos devemos voltar para a Inglaterra. Nos não devemos voltar aqui por pedido do RAKE."

Depoimento de uma testemunha: 2006

"Três anos atrás, eu tinha retornado de uma viajem até as cataratas do Niágara com minha família para o 4 de julho. Nos estávamos todos exaustos apos um longo dia dirigindo, então meu marido e eu pusemos as crianças direto para a cama.

Por volta das 4 da manha, eu acordei achando que meu marido acordara para usar o banheiro. Nesse momento eu me levantei e o acordei no processo. Eu me desculpei e disse a ele que eu pensava que ele tinha saído da cama. Quando ele se virou para mim ele ofegou e puxou seus pés do fim da cama tão rápido que ele quase me derrubou da cama. Ele me agarrou e nada disse.
Quando meus olhos se acostumaram ao escuro eu fui capaz de ver o que causou essa reação nele. No pé da cama, sentado e nos olhando estava o que parecia um homem pelado, ou um grande cachorro sem cabelo. Seu corpo estava contorcido de um jeito perturbador e desnatural, como se ele tivesse sido atropelado ou coisa parecida. Por alguma razão eu não estava instantaneamente com medo dele, mas com pena de sua condição. A essa altura eu estava achando que nós deveríamos ajudá-lo

Meu marido estava em posição fetal, ocasionalmente olhando para mim e depois para a criatura

Em um movimento agitado a criatura cambaleou em volta da cama, chegando a ficar a uma distancia de 1 pé de meu marido. A criatura estava completamente silenciosa por uns 30 segundos( ou talvez 5 segundos, mas pareceu 30) olhando para meu marido. A criatura pôs sua mão em seu joelho e correu em direção ao corredor, indo em direção ao quarto das crianças. Eu gritei e corri para o interruptor, planejando pará-lo antes que ele machucasse as crianças. Quando eu cheguei no corredor a luz do quarto era o bastante para vê-lo a uns 20 pés de distancia. Ele se virou para mim e me olhou diretamente, coberto de sangue. Eu liguei a luz do corredor e vi minha filha Clara em suas presas.

A criatura descia as escadas enquanto eu e meu marido corríamos desesperadamente para salvar nossa filha, vendo que não escaparia com o peso de nossa filha, ele a deixou e fugiu. Ela estava gravemente ferida e somente falou 1 vez em sua pequena vida. Ela disse "ele é o RAKE".

Meu marido caiu no lago enquanto levava nossa filha ao hospital. Ele não sobreviveu.

Como era uma cidade pequena a noticia se espalhou rapidamente. A policia foi de grande ajuda no começo, e o jornal local ficou bastante interessado também. Entretanto a historia nunca foi publicada e a TV local nunca mostrou a notícia.

Por vários meses, eu e meu filho justin ficamos en um hotel perto da casa dos meus pais. Depois de decidir voltar para casa eu comecei a procurar respostas por mim mesma. Eu eventualmente encontrei um homem na cidade seguinte que tinha uma historia parecida. Nos nos contatamos e começamos a falar sobre nossas experiências. Ele conhecia mais 2 outras pessoas em nova York que tinham visto a criatura chamada de RAKE.

Nos 4 precisamos de 2 anos de procura de material na internet e cartas para conseguir uma pequena coleção de o que nos acreditamos de ser aparições do RAKE. Nenhuma das informações nos deu nenhum detalhe,historia ou pista. Um jornal tinha um artigo envolvendo o Rake nas 3 primeiras paginas e nunca mais mencionaram ele. Um diário de capitão não explicou nada sobre o encontro, apenas falando que o Rake mandou eles irem embora. Aquele foi a ultima parte do diário.

Nos encontramos, entretanto que a criatura visita a pessoa VARIAS vezes. Ele também se comunicava com varias pessoas, incluindo a minha filha. Isso nos levou a pensar se o rake nos visitou alguma vez desde nosso ultimo encontro.

Eu pus um gravador do lado da minha cama e o deixei gravando enquanto eu dormia, todas as noites, por 2 semanas. Eu chequei todos os sons do meu quarto de mim rolando na cama todo dia que eu acordava. No final da ultima semana eu estava meio que acostumada com o som de dormir enquanto escutava o som 8 horas mais rápido que o normal.(Ainda eram quase 1 hora por noite)

No primeiro dia da 3º semana eu pensei que tinha escutado algo diferente. O que eu encontrei foi uma voz estridente. Era o Rake. Eu não consigo escutar aquilo tempo o bastante para descrevê-la. Eu ainda não deixei ninguém escutar a gravação. Tudo que eu sei é que eu escutei isso antes, e eu acredito que ele estava falando enquanto estava em frente de meu marido. Eu não me lembro de escutar nada na hora, mas por alguma razão, a voz no gravador automaticamente me lembra aquele momento.

Os pensamentos que devem ter passado pela mente da minha filha me fazem muito frustrada.

Eu não vi o Rake desde que ele arruinou a minha vida, mas eu sei que ele esta no meu quarto enquanto eu durmo. E eu sei e temo que uma noite eu acordarei e verei ele me observando.




Imagens da suposta criatura

sábado, 3 de dezembro de 2011

A Foto

Saabádo e ta ai mais um Creepypasta, espero que gostem.

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Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.

A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de faro. Tinha algo que parecia uma foto jogado no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto. Ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.

Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelho, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.

Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota. Mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.

Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.

No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, ele andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.

No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.

Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repende foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.

O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.

Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Inspiração do filme O Exorcismo de Emily Rose

Anneliese Michel foi uma jovem alemã criada em uma família católica. Ela acreditava estar possuída pelo demônio. Os primeiros sinais vieram aos 16, quando começou a apresentar ataques epiléticos, depois vieram as alucinações. Sua família tentou procurar médicos, mas eles não encontraram nada que pudesse ser a causa de seus problemas. Vendo-se sem opções eles procuraram um bispo local que realizou um exorcismo segundo os rituais católicos. As sessões não foram bem sucedidas e ela começou a recusar alimentos e água. Meses depois Anneliese morreu enquanto dormia. O diagnóstico foi desnutrição e desidratação. Sua história serviu de inspiração para o filme O Exorcismo de Emily Rose.


Medo psicológico

  Não achem que eu sou apenas mais um louco ou alguém que não tem nada de melhor para fazer, pois estou correndo um grande risco de mandar essa mensagem para você.
  Olhe, é a sua opção acreditar ou não, mas eu sou um visitante de um futuro não tão distante assim. Sim, nós conseguimos fazer o sonho de todo mundo virar realidade, visitar o passado é uma coisa realmente incrível, ver como tudo aconteceu, mas com um olhar diferente.
  Para pra pensar um pouco, não deve ser difícil de acreditar. Mas nem tudo é um mar de rosas, existem regras que jamais podem ser quebradas, e eu estou quebrando a principal delas vindo aqui, você jamais pode conversar com as pessoas do passado, e eu vou provavelmente ser morto por quebrar essa regra, mas avisar vocês é mais importante que a minha vida, pois o que vocês passarão é pior que a própria morte. Eu não posso dizer exatamente o que é, pois a censura bloquearia minha mensagem. Contudo, eu posso passar uma pequena informação.
  Trás para perto de ti aquele sentimento que tinham quando criança sobre aqueles que te observam no escuro.



Observação: Leia a primeira palavra de cada parágrafo!